Móveis com um toque de Pop Art

Bom humor e uma cartela de cores fortes são os principais truques da designer norte-americana Sarah Ashley para dar um toque moderno a móveis antigos. Em seu ateliê, que fica em Nova Orleans, nos Estados Unidos, a profissional reforma peças criativas e diferentes, capazes de dar um toque de descontração a qualquer ambiente. Além de customizar cadeiras e poltronas, ela também cria telas, faz retratos e trabalha com fotografia. Sarah, que assina peças para a famosa marca Anthropologie, tem entre suas clientes mais famosas as atrizes Salma Hayek e Penélope Cruz.

Óculos retrô por diversas marcas viram moda

Inspirações vintage têm dominado as novas coleções de óculos escuros, tanto em lançamentos internacionais, quanto em nacionais. Selecionamos algumas propostas que destacam formatos consagrados, mas inovam com cores e até estampas diferenciadas.

Para o verão 2010/11, Louis Vuitton apresenta o modelo Ella, com moldura cortada a laser. Nas cores rosa ou verde, tem visor que lembra os modelos “gatinha”.

Já Versace aproveita a febre “Alice no País das Maravilhas” e lança peças com hastes que trazem motivos da história de Lewis Caroll: coroas, relógios, cartas e coelhos, em cores tradicionais. Repare que o formato lembra o do clássico Ray-Ban Wayfarer.

A Vonzipper, grife californiana de óculos e acessórios, buscou inspiração na década 1970 e na diva Jacqueline Kennedy para criar as linhas Alotta e Dharma, e para desenvolver o modelo Karmic. Fabricados manualmente em acetato italiano, os 3 modelos possuem dobradiças em aço inoxidável, além de cores e estampas bem diferentes.


Versão 'doméstica' de fliperama de Pac-man custa US$ 2 mil

Além do clássico da Atari, máquina traz os games 'Ms.Pac-man' e 'Galaga'.
Em tamanho menor, modelo dispensa uso de fichas ou moedas para funcionar.
Menor do que uma máquina de fliperama comum, esse é o chamado Console Pac-man. Como o nome já revela, o console retrô traz o clássico game da Atari e mais dois títulos - "Ms Pac-man" e "Galaga". E nem precisa de fichas ou moedas para funcionar. Também pudera, já que quem quiser uma máquina dessas em casa deve desembolsar nada menos do que US$ 2 mil. À venda no site Brookstone. (Foto: Reprodução)

Fabricante 'encolhem' as câmeras que trocam de lente

A Sony anunciou esta semana que lança em breve nos Estados Unidos e na Europa uma nova família de câmeras digitais com lentes intercambiáveis que promete ser a menor desse estilo do mercado. Câmeras fotográficas sempre se dividiram em portáteis, voltadas ao consumidor doméstico que quer apontar e clicar, e as D-SLR, voltada a entusiastas e profissionais da fotografia que querem maior controle sobre o resultado final da imagem, mas com fama de grandes e pesadas. Separamos alguns modelos que rompem a barreira entre esses dois tipos de câmeras.

Sony NEX-3 e NEX-5:
as câmeras da Sony têm até 2,53 cm de espessura e capacidade de trocar de lentes. Os dois modelos contam com um sensor de 14,2 megapixels e fazem vídeos em alta definição (720p na NEX-3 e 1080i na NEX-5).

Os dois modelos se diferenciam no design: a NEX-3 é construída em um corpo de policarbonato nas cores prata, preto e vermelho, e a NEX-5 será produzida em liga de magnésio nas cores prata e preto.

As câmeras serão vendidas em kits com lentes de 16mm, 18-55mm e 18-20m, com preços sugeridos que vão de US$ 549 a US$ 699, dependendo da configuração da câmera/lente. A Sony vai vender acessórios opcionais para as câmeras, como visor óptico, microfone estéreo e mais opções de lentes.

Panasonic GF-1:
o modelo tem 3,6 cm de espessura e usa o padrão Micro Four Thirds (que consegue reduzir a distância da lente em relação ao sensor, criando câmeras mais compactas).

Tira fotos de 12,1 megapixels de resolução e filma em HD (formato AVCHD Lite com 720p). Como uma boa câmera D-SLR, tem controles automáticos e manuais, e é vendida por um preço sugerido de US$ 830 com uma lente de 20mm nos Estados Unidos.

Olympus PEN-EP-1 e EP-2:
Com visual retrô, essa câmera é uma homenagem ao design clássico das câmeras com filme modelo Pen, sucesso da Olympus nos anos 50 e 60.

Também baseada no padrão Micro Four Thirds, a EP-1 tira fotos de 12 megapixels e também tem 3,6 cm de espessura. Vem sem flash embutido e é vendida por um preço sugerido de US$ 559 (modelo E-PL1).

A Olympus EP-2, um pouco mais cara (US$ 900), mantém o design e traz alguns novos recursos, como melhor autofoco e filtros renovados para fotos.

Bikes novas e modernas aderem à onda retrô

Depois que o ator Brad Pitt foi fotografado no começo do ano andando com uma bicicleta preta totalmente retrô, a moda pegou de vez. Das lojas especializadas aos hipermercados, modelos clássicos e elegantes começam a disputar espaço com as supercoloridas mountain bikes, que fizeram muito sucesso nos anos 1990.

Os novos modelos nostálgicos têm cores sóbrias. Branco, preto e dourado são as mais recorrentes. Alguns vêm com cestas para compras e protetor de corrente - velho acessório, que impede que o tênis e a roupa fiquem sujos de graxa. É o caso da Baloon (a partir de US$ 1.795), a bicicleta inglesa masculina da Velorbis que ainda vem com farol e buzina. Há detalhes quase imperceptíveis, como os da vintage Skulls (R$ 2.200), da californiana artesanal Nirve, que vem com caveirinhas tapando os bicos das rodas.

Sucesso de venda e de público dos anos 1980, a Caloi 10 também voltou com tudo. A primeira experiência da marca que indicou a tendência retrô foi há dois anos, quando foi escolhida como produto ícone e símbolo da comemoração dos 110 anos da empresa. "Lançamos uma edição limitada totalmente retrô que só foi vendida no site. As 50 unidades de Caloi 10 esgotaram em três dias sem qualquer anúncio", diz Fábio Teixeira, gerente da empresa. Depois, foi lançada uma na cor preto fosco, que dá impressão de aveludado. Apesar do estilo retrô, tem quadro de alumínio e 12 velocidades. De todas as citadas, é a opção mais em conta - R$ 799.

Coleção de verão 2010/11 é inspirada em grife com mais de 65 anos

Já em sua 3ª coleção, a Gitman Vintage é uma marca que recria coleções da grife Gitman, focada em moda social masculina desde 1948. Para o verão 2010/11, aposta no relançamento de camisas com mais de 25 anos, lançadas em 1984 pela marca-mãe.

Há alguns modelos lisos, mas os listrados e com diferentes estilos de xadrez são mais numerosos e referenciam o estilo masculino informal da época. Em algumas peças, um tipo mais fino de algodão foi usado, por ser mais leve e propiciar maior respirabilidade.

Antes mesmo de 1984, este tecido dividiu opiniões, já que primeiramente foi usado por classes menos favorecidas e só depois de anos encontrou espaço no vestuário de universitários.

As cores são variadas e muitas composições misturam neutros com tons quentes e frios em uma única peça. Até mesmo a etiqueta das camisas é idêntica aos modelos feitos na década de 1940. O único detalhe que diferencia é que cada camisa apresenta também uma versão com mangas curtas.

Philco retrô PC design por Dave Schultze

Quer um PC diferente? da só uma olhada neste PC da Philco produzido por Dave Schultze (SchultzeWORKS designstudio). Na verdade este PC ainda não existe, estas são imagens rederizadas em 3D, com uma aparencia muuuiitto realista.

O designer vem recebendo inumeros e-mails de pessoas do mundo todo querendo comprar o tal retro PC, mais em seu site (http://www.schultzeworks.com/philcopc/) ele explica que estão negociando com montadoras para ter seu modelo produzido de verdade. Agorra a pergunta é, você compraria uma destes?

Artista cria pôsteres vintage de jogos clássicos

Os games de fliperama faziam muito sucesso nos anos 80 e marcaram uma geração. Inspirado nos títulos produzidos para as máquinas, como Donkey Kong, o ilustrador norte-americano Steve Thomas criou uma série de pôsteres vintage bem bacana.

Seus desenhos possuem um estilo retrô e são bastante criativos. O artista criou ilustrações de clássicos como Tron Game, Frogger, Dig Dug e Space Invaders.

Antes consideradas bregas, tendências de décadas passadas voltam a ser moda

Saias e calças de cintura alta, coletes, ombreiras e roupas com cores fluorescentes. Sensação nos anos 80, essas peças e tendências, que chegaram a ser consideradas cafonas logo após seu auge, agora voltam a dominar as vitrines, passarelas e ruas.

Um exemplo mais recente desse retorno fashion são as calças fuseau (pronuncia-se fusô), que apareceram como figurino da personagem de Bárbara Paz na novela Viver a Vida nas últimas semanas. Que mulher não se lembra de ter usado essas calças justas com alças para prender nos pés, ou então de se divertir vendo fotografias antigas de suas mães ou irmãs usando?

Para Junior Guarniere, um dos sócios do brechó Juici by Licquor, de São Paulo, grande parte dessas peças que viraram sinônimo da moda dos anos 80 devem continuar aparecendo no inverno. Os tamancos, que ficaram esquecidos por alguns anos, também prometem voltar. Guarniere, no entanto, alerta sobre a forma certa de combinar as peças vintage.

- A maioria das pessoas procura essas peças por conta da volta do modismo. Mas é preciso saber misturar itens antigos com peças modernas. Tem gente que mistura várias tendências antigas e acha que está na moda, mas se embaralha toda. Tem que ter uma harmonia.

Para ele, os brechós são uma boa opção para quem quer aproveitar o retorno de alguma moda sem investimento muito alto em determinada peça.

- A pessoa vai comprar e depois vai se desfazer quando a tendência passar. Em vez de comprar uma peça nova, ela compra aqui por um preço melhor.

Banda da europa se inspira em fita cassete para lançar MP3

Muito se fala sobre o design moderno dos novos produtos, mas um grupo de música eletrônica europeu resolveu apostar no estilo retrô para lançar o seu primeiro álbum. O Dadahack Tap3 MP3 é idêntico as antigas fitas cassetes, mas diferente do antiga tecnologia ele é um MP3 player.

Dentro dele há um cartão SD com capacidade para 2 GB, com as músicas do grupo Dadahack. Além disso, ele tem entrada para fones de ouvido; porta USB, usada para transferência de arquivos e para o recarregamento da bateria que há dentro do dispositivo. O preço do brinquedinho é de US$ 25 (cerca de R$ 43), vendido apenas na página oficial da banda.

Balada rock com decoração retrô é sucesso em SP

Meio escondido no térreo de uma galeria no coração do centro, surge uma nova casa noturna. Mas, diferente de quase todos os bares da Avenida São Luiz, o Alberta #3, situado no número 272, não deixa nada a dever aos badalados points da zona sul. "Escolhemos a São Luiz porque é uma avenida charmosa", diz Cláudio Medusa, que também é dono do Astronete, casa localizada na Consolação.

A decoração é retrô, inspirada nos luxuosos hotéis dos dias de ouro do centro, mas a música não se prende ao passado. "Não queremos dar aquela cara vintage à balada, como é no Astronete. A programação é mais voltada à música contemporânea, como eletro rock", afirma Medusa. O foco é o público mais novo.

Nas paredes da casa de três andares, porém, predominam fotos antológicas de Mick Jagger e outros roqueiros das décadas de 1960 e 1970. Desde o nome, a casa tem inspiração no rock. "É uma referência ao Bob Dylan. Ele tem músicas chamadas Alberta #1 e #2. Resolvemos dar uma continuidade", diz o proprietário.

O rock clássico terá espaço na pequena pista - localizada no subsolo - nas noites de quarta-feira. Às quintas, será a vez do soul e hip hop, enquanto as sextas serão embaladas pelo electro rock. No sábado, indie rock.

De segunda à sexta, o Alberta #3 também terá happy hour, das 17h às 22h. "Tem muita gente trabalhando nessa região e nenhum happy hour. Trazemos essa opção mais roqueira", explica Medusa. Todos os drinks exclusivos da casa tem nome de mulher. O destaque fica para o Alberta, uma interessante mistura de tequila e manga, com sal e pimenta na borda. Vale os R$ 18.

Seleções brasileiras de vôlei apresentam novos uniformes

Estrelas do vôlei mundial, os jogadores Serginho, Giba, Bruno Rezende, Jaqueline, Fabi e André Nascimento, além dos técnicos Bernardinho e José Roberto Guimarães, trocaram as quadras pela passarela nesta sexta-feira. Em evento em São Paulo, eles apresentaram os novos uniformes das seleções masculinas e femininas de vôlei de Brasil.

Todos eles desfilaram e exibiram as roupas criadas pela fabricante de material esportivo que patrocina a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). No evento, foram reveladas as vestimentas que jogadores e comissão técnica usarão em treinos, viagens e jogos.

A novidade foi a confecção de um uniforme de jogo exclusivo para os líberos, uma ideia do presidente da CBV, Ary Graça. A roupa, no estilo retrô, com listras verdes e amarelas, foi baseada em um uniforme usado na década de 1970 pela própria seleção brasileira.